A IA ensina a pensar
O aluno usa a IA para pesquisar, revisar, testar ideias e criar. O objetivo é aprender mais e melhor, não entregar pronto.
Política pública do CBN
A IA está nas aulas, nos projetos e no trabalho dos professores. Esta página explica as regras: o que o aluno pode fazer, o que o professor faz, o que a IA nunca faz e como os dados do seu filho são protegidos.
Princípios
O aluno usa a IA para pesquisar, revisar, testar ideias e criar. O objetivo é aprender mais e melhor, não entregar pronto.
Todo material produzido com IA passa pelo professor ou pela coordenação antes de chegar ao aluno.
Coletamos só o necessário, mantemos perfis privados e seguimos a Lei Geral de Proteção de Dados.
Na prática
com orientação do professor
responsável por tudo que chega à turma
regras fixas da escola
O uso acompanha a faixa etária: no Fundamental 1, a IA aparece sempre com o professor na condução; no Fundamental 2 e no Ensino Médio, com autonomia crescente e regras claras.
Dados dos alunos
A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018, art. 14) determina que dados de crianças e adolescentes sejam tratados sempre no melhor interesse deles. É essa a regra que seguimos com todas as plataformas parceiras.
Dúvidas
Não. A nota é sempre do professor. A IA pode ajudar a organizar a correção, mas quem avalia e lança a nota é uma pessoa.
Pode usar para estudar, tirar dúvidas e revisar. Copiar uma resposta pronta não vale: os trabalhos pedem que o aluno mostre o caminho que percorreu.
A Teachy, para estudo e revisão com IA, e o Google for Education, para contas, documentos e sala de aula digital.
Desde o Fundamental 1, sempre com o professor conduzindo. A autonomia aumenta ao longo dos anos.
Matrículas 2027
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